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Tratamento de dores crônicas: entenda como funciona!

Tradicionalmente, a aplicação de anestésicos é usada para bloquear as dores de procedimentos cirúrgicos e tratamentos invasivos, proporcionando alta qualidade nas intervenções e comodidade aos pacientes.

Portanto, a area de atuação em dor pela anestesiologia é fundamental para evitar o sofrimento desnecessário, além de contribuir para evitar distúrbios de estresse pós-traumático, aumento do consumo metabólico de oxigênio, estresse cardiovascular, riscos de infecções por imunossupressão e evolução para dor crônica.

Diante da eficiência, esta especialidade médica evoluiu para o tratamento de dores crônicas, sendo uma alternativa eficiente e de excelente custo-benefício. Assim, os pacientes podem ter um aumento significativo na qualidade de vida.

No artigo de hoje, entenda como a anestesiologia funciona para o tratamento de dores crônicas e os sintomas de diversas doenças.

O que é a area de atuação em dor pela anestesiologia?

Estudos mostram que a dor é um sintoma experimentado por, pelo menos, 30% dos pacientes submetidos a tratamentos oncológicos. Muito disso, deve-se principalmente à metástase e, em mais de 70% dos pacientes com câncer avançado, a dor precisa de tratamento para o seu controle.

Desde 1986, o protocolo da Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que as síndromes dolorosas de origem cancerosa podem ser controladas nos pacientes. Hoje em dia, uma das técnicas mais usadas é por meio da anestesiologia da dor.

Essa especialidade está incluída como parte da Medicina da Dor, uma área devidamente regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), na Resolução CFM no 1.634/2002. A principal função é aliviar e controlar a dor, seja aguda ou crônica.

Como é o tratamento da anestesiologia para dor crônica?

O primeiro passo para tratar a dor através da anestesiologia é a avaliação do sintoma. 

O diagnóstico da dor envolve a identificação do local, a sua intensidade, sua origem e as alterações no organismo. Também é importante verificar se a dor é sentida em repouso ou em atividade, bem como demais alterações que ela causa (distúrbios do sono, problemas gástricos, entre outros).

Em pacientes oncológicos, esses sintomas e dores podem surgir em vários tratamentos, especialmente durante a quimioterapia. No entanto, as manifestações podem variar, de acordo com cada indivíduo.

As condições mais dolorosas em pacientes com câncer são as somáticas (ósseas e nos tecidos moles), viscerais e neuropáticas.

Posteriormente, inicia-se o tratamento com anestesiologia da dor. Através de um grupo de profissionais especializados, é possível orientar a dose e o tipo de substância utilizada. A localização da dor também irá indicar onde o bloqueio será feito.

Quais são os principais tratamentos da anestesiologia?

Hoje em dia, existem diversos tipos de tratamentos com na aréa de atuação em dor pela anestesiologia. Entre os principais, destacam-se:

Bloqueios guiados por Ultrassonografia (USG)

Esse tipo de tratamento é indicado para dores musculoesqueléticas e neuropáticas. Por meio dele, é possível ver as estruturas anatômicas do corpo e aplicar o bloqueio eficaz em diversos pontos do corpo.

É o tratamento indicado para pacientes que permanecem com dor, mesmo após a administração de medicamentos orais ou venosos.

Bloqueios guiados por fluoroscopia

Os bloqueios guiados por fluoroscopia são capazes de obter imagens em tempo real das estruturas internas de um paciente, o que aumenta a taxa de precisão para as terapias com anestesiologia da dor.

Esse é o procedimento mais indicado para pacientes oncológicos, que apresentam dores mesmo após os tratamentos contra o câncer terem se mostrado eficazes. Afinal de contas, a dor pode permanecer crônica em grande parte dos casos.

Radiofrequência

A radiofrequência é o tipo de tratamento com anestesiologia menos invasivo, sendo feito com sedação e aplicação da anestesia local. É indicado para pacientes que não melhoraram, mesmo após o tratamento clínico, ou que não podem ser submetidos a cirurgias.

Ou seja, é um método de combater as dores crônicas, respeitando as necessidades e particulares do indivíduo, principalmente os que não possuem um quadro estável para intervenções mais invasivas.

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